inutilidades diversas e dispersas em circunstâncias complexas mas cumulativas. ou não.
terça-feira, 22 de março de 2011
difíceis tempos
arranjado (embora desalinhado) dirigiu-se a mim, como noutro dia qualquer. sem um bom dia nem um oi cravou-me cinquenta cêntimos e um cigarro. tendo em conta que por norma tenta cravar-me um euro e dois cigarros o melhor será conferir o quarto pec.
segunda-feira, 21 de março de 2011
pois, ou isso ou o "big in japan"
e depois de opiniar sobre cenas tipo coisas e divagar sobre coisas tipo cenas, o televisivo comentador deixou-nos com a sua sugestão musical: assim, e em contraponto com a actualidade internacional, porque não ouvir um qualquer concerto ao vivo em tóquio.
sexta-feira, 18 de março de 2011
(ele) há cada gosto...
compreendo (até) que os gostos musicais não se discutem, mas "ao-tempo-volta-para-trás" não é música para se ouvir a uma sexta.
sexta-feira, 11 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
pois... (ou por uma questão de conceito)
quando l. me disse que conheceu uma modelo da "desigual" perguntei-lhe, se por uma questão de conceito, ela teria os seios simétricos.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
onde posso comprar o jornal?
o natalício almoço estava bom e depois passeei pelo transmontano frio com uma digestão que tardava em estar completa. por entre fechados cafés lá encontrei b. e depois lá encontrámos um salão de jogos aberto que servia café. jogámos bilhar e ganhei. foi um (inacreditável) três-um; pois é, nem todos os dias é natal...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
o (des)arranjo necessário
o inverno começou à um par de dias mas o frio já não é novidade; novidade é o sobre-aquecimento do (meu) vaio que em menos de cinco minutos se apresenta preparado para estrelar ovos; disseram-me que seria inteligente mandá-lo arranjar...mas custa-me separar do (meu) único aquecedor que funciona.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
noitadas
isto de se sair à noite, pelo fresquinho transmontano, tem que se lhe diga; por cada moçoila que se cumprimenta temos de dizer olá a um par de bonecos de neve.
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