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sábado, 7 de junho de 2014

mercy in you

acordei (demasiado) cedo, saí de casa e dei por mim perto de um cabeleireiro. o (meu) reflexo dizia-me para eu entrar; reparei que estava vazio (tipo às moscas, só que sem moscas) e entrei.
[pois, têm razão, ainda estava meio adormecido e nem me lembrei da assertiva formação. na-volta ainda chumbo. e daí que talvez não, não podendo ir a entrevistas durante o período da assertiva-fomação, talvez isto passe. espero eu.]

uma vez lá dentro, pedi para cortar o cabelo e aparar a barba e, quando abri os olhos, tinha umas micro-patilhas. quer-se-dizer, a barba, tudo bem, de quando em vez ainda a aparo; agora as patilhas? (quer-se-dizer) as minhas patihas? há muito que os meus ouvidos são acompanhados de patilhas; maiores ou menores, mas sempre a acompanhar a totalidade das orelhas. a meio, não. no entanto é a meio que estão. podia ser pior, mas nem por isso é bom. e agora? não acho piada nenhuma a isto.

de-modos-que ainda agora vi o meu reflexo e deu-me para escarnecer de mim; (confesso que) não resisti.
de-modos-que agora estou amuado comigo, não me pareceu correcto que eu mesmo, troçasse de mim; não daquele modo. 
por outro lado, ao ver o meu reflexo fui incapaz de não me escarnir. (e) é isto. estou num modo bipolar em que ora gozo comigo mesmo oro amuo comigo por comigo ter gozado.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

pulling teeth

é-me indiferente que deus dê nozes a quem não tem dentes;
(até porque) não estou a ver quem parta as nozes à dentada.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

paint a vulgar picture

apesar de, para além de dinheiro, conterem tinta;
o que não falta são multibancos e serem explodidos por aí.
deve ser malta com experiência em lavagem de dinheiro.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

the blinding

entrou e não viu um c*r*lh*;
estava num balneário feminino.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

so why so sad

cozinhar desanima-me. passo uma hora rodeado de tachos e no fim o extracto bancário mantém-se igual.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

one armed scissor

desmontei a lapiseira e verguei a mola; não foi assim tão cansativo.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

hand in glove

não percebo como é que num país cujo clima até-não-é-mau; existe malta que passa o ano todo preocupado com luvas.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

my generation

farta de apertar o cinto, comprou uns suspensórios.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

juicy

aparte da sua alergia a mangas, era uma rapariga normal; e vivia uma vida normal, exceptuando no inverno em que passava (um bocado de) frio.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

noite(s) longa(s)

...e foi em tal estado para casa,
que passou por um canil,
na esperança de lá deixar a cadela.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

to be or not be(er)

beber da garrafa não será a (melhor) solução para largar os copos.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

más decisões

ainda fez umas cadeiras, mas depois despediu-se da carpintaria e foi estudar.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

ao post'e

não vamos falar de futebol, hóquei?

quarta-feira, 14 de março de 2012

"num" sei #0652

disseram-me que as cenas-tipo-coisas que queria estavam ao preço da chuva. não percebi, estariam caras, baratas ou em ruptura de stock?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

the future (ornot)

hoje, passei ao lado de uma grande carreira...e, sem desesperar, acendi um cigarro enquanto esperei pela próxima.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

barragista(s)

esta semana fez um mês que me empreguei numa barragem; com todo o respeito por quem aqui trabalha, parece-me que, mais cedo ou mais tarde, o projecto acabará, irremediavelmente, por meter água.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

buáááááááááááááááááá...

não adianta chorar sobre o leite derramado,
pois, mas e se for uma mini fresquinha?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

a desinspiração

...disse-lhe para não ser chato e ele disse-me que um chato é um cego que tem pontos de vista sobre tudo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

duas (OrNot) coisas

duas coisas: sou óptimo a não fazer nada e os gostos não se discutem. àparte disso um arquitecto viu o meu portfolio e propôs-me trabalho. ainda pensei em lhe explicar duas coisas, mas depois pensei melhor e não só não lhe disse nada como aceitei. e eis que hoje, findo os (in)úteis dias entrelaçados por vividas noites, fui (novamente) trabalhar. havia em mim um friozinho na barriga de não-sei-bem-o-quê e um olhar de quem não acordava a tão matinal hora à (mais que) muito tempo. se o dia correu bem, ou mal, saberei depois; por agora apenas receio que um projecto de uma praia fluvial seja areia demais para a minha camioneta.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

dias de iNOTulidade

e eis que chega o fim; dos dia de nunhum-fazer intercalados por noites de tardios copos ficaram as memórias (ou faltas delas). voltar a trabalhar é bom, ainda que um pouco assustador.

se eles gostaram (assim tanto do potfolio) não estarei enferrujado o suficiente para superar as expectativas? e sei também que nada disto interessa: de volta a um arquitectónico atelier com lápis na mão e uma folha de projecto pergunto-me se projectar uma praia fluvial não será areia demais para a minha camioneta?