hoje ouvi um "joseph blatter...por favor, vai p'ró c*r*lh*".
isto de se usar a boa educação para introduzir um insulto é (de) outro nível.
inutilidades diversas e dispersas em circunstâncias complexas mas cumulativas. ou não.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
the love cats
a criatura vil e baixinha que me arranha amiúde procura, sempre que pode, apoderar-se do meu puff azul; à parte disso, não se acanha em lamber cerveja e põe-se em fuga mal detecta queijo nas imediações.
(ou seja,) se gostar de gin terei de a perfilhar.
(ou seja,) se gostar de gin terei de a perfilhar.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
cigarette smoke
tenho pensado em deixar de pensar em deixar de fumar;
não será fácil, (mas com um bocadinho de esforço,) talvez consiga.
não será fácil, (mas com um bocadinho de esforço,) talvez consiga.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
o halls é um rebuçado?
volta-não-volta, vejo-me assolado pelas grandes questões da humanidade: o significado da vida, a duração do amor eterno, a morte e o depois, e (naturalmente) o que é um halls. será um rebuçado? um pirolito? uma guloseima? num-sei; e perante a minha ignorância decidi escrever o título deste post no google de modo a procurar um qualquer esclarecimento. a ver pela entradas mostradas, presumo que o halls seja um chupa-chupa.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
best regrets
e as palavras que escreveria no livro de reclamações seriam:
senhor cozinheiro, salada russa quente é jardineira.
senhor cozinheiro, salada russa quente é jardineira.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
in the heat of the morning
hoje está um daqueles dias em que um tipo pede sushi e chega à mesa pescada cozida com arroz malandro.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
no sense
tempos houve em que o meu micro-carro andava sujo. e depois piorou. piorou de uma maneira que não há quem lá entre e (que) não comente: eh, pá, este carro está (realmente) sujo. claro (está) que à décima sétima vez que ouvi o comentário comecei a pensar que tinha de pensar no assunto. e, após saturados raciocínios e básicos silogismos, decidi pegar nuns quantos galhos e enfiá-los dentro do carro. agora, quem quer que entre no carro, pergunta-me o porquê dos ramos estarem ali; (ao que) respondo que passo por água doce amiúde e que caso encontre um castor-sem-abrigo é sempre útil ter um galhos por perto para o ajudar a construir um lar. acredito que haja quem não acredite na explicação, mas a verdade é que já ninguém me diz que o carro está sujo.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
why go
era domingo e fui (à baixa) almoçar a uma "hamburgueria tradional".
feito o pedido, esperei um hora por um hambúrguer e meia dúzia de batatas fritas.
pareceu-me um estranho modo de se distanciarem do conceito de fast food.
feito o pedido, esperei um hora por um hambúrguer e meia dúzia de batatas fritas.
pareceu-me um estranho modo de se distanciarem do conceito de fast food.
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