quanto mais alto se está,
maior é a conta do condomínio.
inutilidades diversas e dispersas em circunstâncias complexas mas cumulativas. ou não.
terça-feira, 6 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
presentes tailandeses
um casal amigo, após umas férias na Tailândia, apareceu (todo feliz) com prendinhas da viagem, e toda a malta adorou, e ficou muito feliz e pata-pi-e-pata-pá, e todos adoraram e ficaram muito felizes e sinceramente não percebi nem compreendo: nunca vi grande alegria quando ofereço prendas made in taiwan.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
para c. [ou triste opção (esta)]
faz o projecto para depois o refazeres, e procura (nele) te concentrares quando por outros (projectos) te perguntarem. faz uma aproximação, refaz duas perspectivas e principia de novo pela terceira vez; preocupa-te com os alçados mas só até perceberes que os cortes estão mais atrasados, e se pegares nos cortes tenta não te lembrar das plantas. e depois vai a uma qualquer reunião de um qualquer projecto que à muito (que) deveria ter terminado. retoma o projecto em que estás a trabalhar mas só até seres interrompido pela próxima proposta que pode ou não (se) concretizar mas que dificilmente sairiá do papel. pára tudo e recomeça outra vez no limite do limite do prazo, sem esqueceres aquele (pormenorizado) pormenor que ficou por (re)desenhar, embora metade já esteja mal construído...e depois sempre podes trabalhar num feriado ou dormir um par de horas e recomeçares tudo outra vez.
[como disse q., Se fosse hoje, teria optado por (ser) kamikaze ou homem-bomba, quando só se morre uma vez a sobreposição de prazos torna-se complicada.]
[como disse q., Se fosse hoje, teria optado por (ser) kamikaze ou homem-bomba, quando só se morre uma vez a sobreposição de prazos torna-se complicada.]
segunda-feira, 28 de abril de 2008
(in)úteis dias
(ai), se (não) fazer nada fosse profissão, levantava-me mais cedo só pelas horas extras.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
carjacking
hoje, pela primeira vez, fui levar o carro à inspecção. mentalizei-me que ia correr (tudo) bem e procurei adoptar uma expressão séria de quem percebe da poda. mal chegei ao local um qualquer artolas dirigiu-se a mim com um sorriso que não lembra à mona lisa e prontificou-se a ficar não só como o meu carro mas também com a chave. dei meia volta e fui embora; posso ser inexperiente mas não gosto que me tomem por parvo.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
(n)o limite da compreensão
confesso a minha incapacidade para assimilar certas e determinadas coisas. ter uma mente aberta é uma coisa, assimilar certas e determinadas coisas, pode (ou não) ser outra. e faltam-me as palavras para comentar o caso do australiano casal formado por pai e filha e respectivo rebento. podia lamentar o facto de a criança, aquando de uma qualquer festividade, apenas receber uma prenda do pai e do avô, mas não, não quero ir por aí. (ainda) existem cenas que me ultrapassam e dificilmente as assimilo. e confesso que não percebo como pode ter sido a boda: ele esperou por ela no altar ou acompanhou-a até lá? até porque a hipótese do homem ter percorrido meia igreja de braço dado e depois dar um corridinha para esperar por ela no altar me parece parva.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
(a)deus meu
talvez tenha gasto as inutilidades à força de as publicar amiúde,
e o que ficou não chegue para postar muito mais.
gastei os oxímoros em forçadas piadas (ou tentativas de)
e os trocadilhos na ausência de outra qualquer cena.
às vezes relia o que tinha escrito e pensava:
ah e tal, há umas quantas coisas que escapam;
mas isso era nos dias que sim,
até porque também existem os dias (que) não.
vasculho o neurónio existente e não encontro nada
e antigamente tinha tão pouco de jeito para escrever.
era como se as inutilidades fossem eu,
quanto mais escrevia mais tinha para escrever.
mas isso era noutros tempos,
tempos bons ou assim-assim, mas sempre tempos sem chuva.
(e quero lá saber se chove bem ou se no molhado,
se vai caindo ou se cai certinha...)
a "prateleira" foi uma desesperada fuga para brejeirice
e nada de inútil tenho para escrever dentro de mim.
e talvez isso até nem fosse mau
se surgissem umas quantas utilidades por aqui,
mas vai-daí e não. népias e nicles. nada de nada.
o que escrevi, escrito está,
e assim perdi o (meu) tempo. ou não.
e o que lês-te, lido está,
e assim perdeste o (teu) tempo. ou sim.
e reescrevendo-me, reescrevo que as inutilidades estão gastas,
e se não o digo, escrevo-o: (é oficial,) inutilizei-me (e é só).
e quê, 'tá tudo?
e o que ficou não chegue para postar muito mais.
gastei os oxímoros em forçadas piadas (ou tentativas de)
e os trocadilhos na ausência de outra qualquer cena.
às vezes relia o que tinha escrito e pensava:
ah e tal, há umas quantas coisas que escapam;
mas isso era nos dias que sim,
até porque também existem os dias (que) não.
vasculho o neurónio existente e não encontro nada
e antigamente tinha tão pouco de jeito para escrever.
era como se as inutilidades fossem eu,
quanto mais escrevia mais tinha para escrever.
mas isso era noutros tempos,
tempos bons ou assim-assim, mas sempre tempos sem chuva.
(e quero lá saber se chove bem ou se no molhado,
se vai caindo ou se cai certinha...)
a "prateleira" foi uma desesperada fuga para brejeirice
e nada de inútil tenho para escrever dentro de mim.
e talvez isso até nem fosse mau
se surgissem umas quantas utilidades por aqui,
mas vai-daí e não. népias e nicles. nada de nada.
o que escrevi, escrito está,
e assim perdi o (meu) tempo. ou não.
e o que lês-te, lido está,
e assim perdeste o (teu) tempo. ou sim.
e reescrevendo-me, reescrevo que as inutilidades estão gastas,
e se não o digo, escrevo-o: (é oficial,) inutilizei-me (e é só).
e quê, 'tá tudo?
quarta-feira, 16 de abril de 2008
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