quinta-feira, 19 de junho de 2014

take on me [covered by aqualung]


hoje acordei à hora certa; o que, quando (des)ocupado se está,
é tão importante como um enfeite de natal no hanukkah.

mal desperto, e com o café (ainda) a meio, fui atacado por um otoverme: era o take on me. (quer-se dizer), não bastava já o desemprego, que parecendo que não é coisa que aborrece, e agora (ainda) tenho de ouvir mentalmente os a-ha.
[...we're talking away, i don't know what i'm to say...]

sim, quem me conhece dirá: ah-e-tal não sei porque te queixas, volta-e-meia ouves o i want love, de-modo(s)-que-não estou a ver a diferença.

mas não, não é igual, na verdade é (bem) diferente. confesso que gosto do i want love e tenho outros guilty pleasures nas minhas playlists; mas nunca o take on me. esse tenho-o agora, mas na cabeça, e em forma de otoverme.
[...so needless to say, i'm odds and ends...]

e tento-me concentrar-me e...
[...take on me...]
e tento focar-me e...
[...i'lll be gone...]
e solto um f*da-se e...
[...tiri-tiri-tiri-tiiii...]

dizem que há dias que mais vale não sair de casa,
e pode (até) haver uma certa razão nisso,
mas, fuck, eu hoje ainda nem saí de casa,
de-modo(s) que quero nem opinar sobre o assunto.

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